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quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

VÍDEO: juiz em Minas Gerais escreve poesia em sentença de processo de usucapião; veja versos

VÍDEO: juiz em Minas Gerais escreve poesia em sentença de processo de usucapião; veja versos 

Fonte : G1

O texto é a sentença de um processo ajuizado pelo Estado de Minas Gerais, tendo por objeto o prédio da Comarca de Palma, um dos mais importante da história do município.

Por Petterson Marciano, g1 Zona da Mata — Palma, MG 12/01/2022

O município de Palma, na Zona da Mata mineira, foi surpreendido na terça-feira (11) com a sentença de um processo de usucapião. Ao receber o documento escrito pelo juiz da comarca, Antônio Augusto Pavel Toledo, foi visto que a decisão havia sido escrita no formato de uma poesia. (veja os versos abaixo)

O texto é uma sentença do processo ajuizado pelo Estado de Minas Gerais, tendo por objeto o prédio onde há muitos anos funciona o Fórum Wilson Alvim Amaral, da Comarca de Palma.

O gerente de Secretaria da Comarca de Palma, Sanderson Luiz de Paula Nogueira, contou ao g1 que é servidor público há mais de 20 anos, e que havia brincado com o juiz que queria uma sentença diferente.

“ Não esperava que fosse ser uma sentença tão linda como essa. Fomos agraciados com esta maravilha que vai ficar registrada na história da Comarca de Palma. Estamos muito felizes, pois a comarca tem 130 anos e o prédio não tinha registro".

Sanderson confirmou que o município foi contemplado no "Plano de Obra" do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

"Vamos ganhar uma sede nova e moderna futuramente e para isso precisou fazer a regularização deste registro do prédio centenário. Foi feita a Ação de Usucapião e o Dr. Antônio, nos presenteou com esta bela Sentença em forma de poesia".

Em depoimento feito a reportagem, o juiz afirmou que sempre gostou de literatura, mas que é a primeira vez que escreve uma sentença em forma de poesia.

"Sempre gostei muito de literatura, tanto ler quanto escrever. Tenho uma predileção pelo gênero literário da poesia e, durante toda minha juventude, arriscava-me a fazer versos. Quando cheguei à Magistratura, o tempo ficou meio escasso, mas não deixei de apreciar o que os poetas escrevem. 

Continuei apenas na leitura e deixei um pouco a escrita poética de lado. Em algumas outras vezes já inseri poesia (versos meus) em algumas sentenças (poucas). Mas é a primeira vez que elaboro uma sentença integralmente em verso".

O juiz se mostrou um pouco assustado com a repercussão e destacou que a história do prédio valia tal sentença.

"Confesso que achei que haveria uma certa repercussão, mas não achei que seria tanto e até fico meio arredio, pois sou um pouco reservado. Mas acho que valeu a pena, pois eu resolvi a fazer esta sentença assim, porque se trata de um prédio histórico de Palma".

O juiz Antônio ressaltou a importância de valorizar o passado e que o prédio foi uma das primeiras construções do município.

"É uma das primeiras construções da cidade. Desta forma, achei que valeria a pena fazer algo diferente do comum e chamar atenção para o aspecto histórico. Infelizmente hoje em dia o povo, com raríssimas exceções, tem deixado o passado ficar esquecido, o que não é bom".

Veja abaixo a sentença.


"Pede o Estado de Minas Gerais

Que se declare, por usucapião,

Observados os termos legais,

Em originária aquisição,

No século próximo passado,

Tem a posse do bem mencionado.

Alega que o possui mansamente,

De forma pacífica, inconteste,

Ausente lapso de interrupção.

Sem ato primitivo que documente,

Apresenta, como prova que o ateste,

A placa histórica da reconstrução.

E para melhor embasar o pleito,

Cita doutrina e jurisprudência.

Pede que se reconheça o direito,

Decidindo-se pela procedência.

Procedidas todas as citações,

E cada notificação de rigor,

Seguiu-se o rito sem altercações.

Nenhuma objeção apresentada,

Manifestou o Douto Promotor

A favor da medida pleiteada.

Sendo este o breve relato,

O necessário e adequado resumo,

Estando tudo nos termos, no prumo,

Atento ao instrutório correlato,

Focado nos limites do pedido,

Passo a analisar e decido.

Antes do estudo de mérito,

Remontando o tempo pretérito,

Faz-se importante ressaltar,

Que a história deste lugar,

Tem o Fórum como marca.

O surgimento do Município,

Se confunde, desde o princípio,

Com o nascer da Comarca.

Imponentemente erguido,

Na Praça Getúlio Vargas,

Por alguém temido e destemido,

De passagens boas e amargas,

Que firmo não ter existido,

Igual nesta e noutras plagas.

E assim tão bem erigido,

No centro e coração de Palma,

É testemunha eloquente

De um povo, sua gente,

De uma terra e sua alma.

É, portanto, um monumento,

Um portentoso e belo edifício.

Que aos olhos do habitante,

E mesmo do mero viajante,

Demonstra a pujança do início.

Não cabe deixar sem registro,

O bem histórico representado,

Acéfalo do seu legítimo dono.

Necessário preservar tudo isto,

Evocando o tempo passado,

E protegendo do abandono.

Define-se no Código Civil:

Aquele que mansamente se viu,

Possuidor de um bem imóvel,

Adquire-lhe a propriedade,

Tendo o domínio por móvel,

Ânimo de dono e autoridade.

Mas deve exercer esta posse,

Por década e meia, ao menos;

Sem interrupção, nem oposição.

Ter o bem como se próprio fosse.

Justo título e boa fé é de somenos;

Irrelevante, pra fundar a pretensão.

Poderá pedir, então, ao juiz,

Conforme o estatuto diz,

Que o declare em julgamento.

Para servir de documento,

Que, espelhando a realidade,

Lhe outorgue a titularidade.

As provas colhidas mencionam

Que os serviços funcionam

No prédio objeto do pedido

Há mais tempo que o exigido.

Sugerem os dados coligidos,

Que a posse realmente remonta

O limiar do século passado.

Época áurea de tempos idos

Que, segundo a história conta,

Fora um período abastado.

Não há, como se confessa,

Documento primitivo a respeito.

Mas outros demonstram o direito:

A posse aquisitiva pregressa.

Apura-se exata demonstração

Da época da reconstrução:

Mil novecentos e setenta e sete,

A mil novecentos e oitenta.

Respalda, assim, o que se pede;

O que na exordial se sustenta.

Prova-se devidamente o alegado,

Inclusive com a placa que marca

O centenário da Comarca,

Efusivamente comemorado,

Em mil novecentos e noventa e dois.

E ainda lá se encontra o edifício

Servindo, assim como no início,

Passados tantos anos depois.

Além do acervo fotográfico,

Há nos autos, emblemático,

O depoimento de Dona Fia.

Tomado da varanda de sua casa,

De onde vê o que se passa,

Enquanto o terço desfia.

Testemunha presente da história,

Arquivo vivo da memória,

De um povo e seu dia-a-dia.

Sra. Maria Rodrigues Pinto,

Altiva e de porte distinto,

Do alto de mais de cem anos,

Coerente, segura, sem enganos,

De forma clara, declara:

Desde a década de cinquenta

O prédio que se lhe apresenta,

Serviu somente ao Judiciário;

E não há prova em sentido contrário.

A instrução assim produzida,

Indica, sem um vacilo qualquer,

Que se deve acolher, dar guarida,

À pretensão nos autos trazida,

Àquilo que o Estado requer.

Pelo exposto e fundamentado,

Provada a posse e o tempo exigido,

Demonstrados os requisitos legais,

Não há como não ser acatado,

Na integralidade, o pedido,

Provado o fato, a não poder mais.

É assim que julgo procedente,

A pretensão estatal pertinente,

Declarando a aquisição originária

Da propriedade do bem descrito.

Determino expedição cartorária

Do mandado pra “lançar” o registro.

Não havendo qualquer resistência,

E como o Estado, ademais, é isento,

Descaracterizada a sucumbência,

Ao final deste pronunciamento.

E por conta desta circunstância

Repercutem, como corolários,

Ao menos nesta primeira instância:

Ausências de custas e de honorários.

Tendo a decisão por proferida,

Que atue o serviço, em seguida,

Intimando e também registrando,

Publicando para conhecimento.

E cerrem-se os autos, arquivando,

Após cumprido o julgamento.

Antônio Augusto Pavel Toledo - Juiz de Direito"







A propriedade de um sobrado

Onde se encontra instalado

Todo o serviço judicial:

O Fórum Wilson Alvim Amaral.

E para tanto o Estado argumenta,

Que desde a década de quarenta,

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Aos candidatos a Prefeito e a Vereadores (as) do Município de Palma, Minas Gerais.

Fotografia Josimar Salum
Carta Aberta aos candidatos a Prefeito, meus amigos Beto do Taliba e Dr. Vinicius Finamore e aos candidatos a Vereadores (as) de nosso amado Município de Palma, Minas Gerais.

Boston, 25 de setembro de 2016

Prezados (as):

Dirijo-me a todos com humildade, respeitosamente e com muita sinceridade.

Meu nome é Josimar Salum Gouvêa, filho de Josias & Leny Gouvêa, moradores de Cisneiros. Meus pais foram servidores públicos de Palma por dezenas de anos. Estou certo que a maioria os conhecem. Meus pais são a minha inspiração de vida, em todos os sentidos, cujas veredas sigo sem me desviar nem para a direita e nem para a esquerda.

Palma foi emancipada e recebeu este nome em 23 de dezembro de 1890, mas em 1864 era apenas um povoado que habitava em um local que servia apenas de pouso de tropas, onde foi construída uma capela consagrada a São Francisco de Assis. Cisneiros, Itapirussu, Coqueiros e cada povoado nestas roças de montes e campos tão lindos tem a sua história e memória que fervem de pensamentos bons as nossas mentes e aquecem de alegria nossos corações. Somos história nestas paragens, e nestas vizinhanças crescemos, com coração cheio de gratidão, por todos os que nos educaram e contribuíram para ser o que somos hoje.

Fotografia José Alberto Metri Pinto
Em 2016, durante este período de eleições municipais, vale a pena lembrar a oração atribuída a este homem de Deus, Francisco de Assis, a quem admiro, in-memorian, seu exemplo e seu testemunho. Urge rezar esta oração e com todas as forças praticá-la. É possível, como sendo nossa, com a ajuda do Espírito Santo. É só querer! Já que não depende do outro, mas somente de mim:

“Senhor Jesus! Fazei de mim um instrumento da vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve a união. Onde houver dúvidas, que eu leve a fé. Onde houver erro, que eu leve a verdade. Onde houver desespero, que eu leve a esperança. Onde houver tristeza, que eu leve a alegria. Onde houver trevas, que eu leve a luz. Ó Mestre, fazei que eu procure mais: consolar, que ser consolado; compreender, que ser compreendido; amar, que ser amado. Pois é dando que se recebe. É perdoando que se é perdoado. E é morrendo que se vive para a vida eterna.”

Fotografia Josimar Salum

Por que escrever uma carta como esta? Nosso amor pelos habitantes de nosso município de Palma, de seus distritos de Cisneiros, Itapirussu, de seus povoados como Coqueiros, Vale Ameno, Arrozal, Capoeirão, Boa Vista, Córrego Alegre, Boa Sorte, e de tantos outros, mantém acesa nossa prática constante em reconhecer com orgulho nossa terrinha por onde quer que passo, em países e em cidades, nesta grande Terra de Deus. Nasci em Cisneiros, município de Palma; sempre compartilho minhas vitórias mencionando esta identificação extremamente honrosa!

Que sonhos preciosos tenho pelo nosso município, suas cidades e pelo bem estar de nosso povo! Que saudades grandes são estas que mesmo ausente por longos meses sempre me fazem retornar a estas tuas ruas e aos teus campos! Que prazer poder rever familiares, amigos,  professores, honrar de perto os senhores e as senhoras que enriqueceram minha infância e a minha adolescência e conhecer muitos de seus novos habitantes.

Fotografia Josimar Salum
Mas que sonho tenho que seja nosso município de Palma? O que mencionaria aqui em palavras que expressem o desejo sincero de ver Palma e seus distritos transformados? Sem ignorar, é claro, o quanto muitos de seus cidadãos que se foram, fizeram, e os que alí vivem, ainda fazem, para que nosso município se torne cada vez mais um lar para todos, de bem estar, daqueles que buscam a sua paz!

Senhor, senhora:

Sonho com uma Palma em que não haja ódio, inimizades, divisões, egoísmo, avareza, perversidade, corrupção e injustiça. Enquanto você - permita-me dirigir-me ao senhor e à senhora assim a partir de agora... Enquanto você se apresenta como candidato a prefeito e a vereador, se eleito, se empossado, investido de mandato, deve governar para todo o povo, e não para os que te elegeram. Política é a arte de apascentar uma cidade, não a si próprio nem aos teus correligionários. Você será servidor público, sob autoridade conferida para cumprir leis justas e para servir a todos sem distinção, lembrando-te, porém, dos mais necessitados de entre o povo.

Fotografia Adenilson Didi Pacheco

2 – Sonho com uma Palma em que os seus governantes e os seus funcionários públicos decretem tolerância zero a todo tipo de corrupção, que não aceitem subornos, nem presentes para perverterem o direito dos pobres e dos necessitados e nem de ninguém. Que nenhum de vocês se apodere dos bens públicos para locupletar, enriquecer ilicitamente, para praticar o que se assiste hoje nos noticiários do dia a dia em nossa nação, a prática subversiva da “compra de votos” – quem vende seu voto, vende sua alma e consciência; o abuso dos dinheiros públicos, a perpetuidade no poder por interesses próprios, as prestações de contas com notas frias, as obras superfaturadas, o recebimento de propina “debaixo da mesa” em contas particulares de “laranjas”, as mancomunações de políticos com empresas que sugam os cofres públicos, os furtos e os crimes que resultam em menos saúde, menos educação, menos segurança, menos infra-estrutura e menos bem feitorias em nossas comunidades. Que tuas práticas sejam sempre voltadas ao interesse público, sem nepotismo, sem favoritismo, sem tirar vantagens para si, para os teus parentes ou amigos mais chegados, nem manter o partidarismo do período eleitoral e sem perpetuar qualquer prática de corrupção. Você servirá ao povo de Palma, e assim agindo, estará livre da maldição e o juízo que vem sobre aqueles que praticam estas transgressões. Saiba que existe uma corte superior, um trono acima de todos, onde Deus observa soberano todas as nações e observa todas as ações dos homens para recompensar os que fazem o bem e condenar aos que praticam o mal.

Fotografia Josimar Salum

3 – Sonho com uma Palma em que o próximo prefeito governe com os mais capacitados, com os que amam verdadeiramente o seu povo, que se dedique à melhoria da economia do município gerando empregos e riquezas que possam servir a todos; que promova a educação como prioridade e o essencial; que cuide da saúde como quem cuida da saúde de seus próprios filhos; que preze pela assistência social sem clientelismo ou paternalismo; que preserve o meio ambiente como quem preserva seus animais de estimação; que treine e equipe os funcionários públicos para que sirvam melhor, desempenhem suas funções melhor e para que cada um seja mordomo do que é dos outros, já que não possui o que é público. Sonho com uma Palma em que cada vereador vote os projetos de lei que carreguem apenas o interesse de todos, sem preferências, sem impor condições para votar como o favorecimento de si mesmo, de correligionários, de seu partido ou de interesses econômicos de ninguém, que pratique a alta responsabilidade de legislar para o bem de todos e não em causa própria.

Fotografia José Alberto Metri Pinto
4 – Sonho com uma Palma em que as eleições terminem no dia da votação, no máximo dure por alguns dias enquanto os eleitos festejam, de fato, quem deve vencer estas eleições municipais são os interesses de nosso povo, que a tua vitória não seja tão tua ao ponto de assumir que teu mandato é teu. Absolutamente não! O teu mandato não te pertence nem àqueles que votaram em ti. É mandato de toda a municipalidade, de todos os seus habitantes e ao ser empossado você prometerá servir e servirá com altruísmo, honestidade e integridade, sem acepção de pessoas.

5 – Sonho com uma Palma em que adversários nas eleições sejam nobres para defenderem os interesses coletivos; quando as crises chegarem, quando os clamores de necessidades urgentes se levantarem, quando os problemas surgirem, cada um, uns com os outros, uns pelos outros, se unam para resolver. Que o hospital, a APAE, o Sindicato, as outras entidades sejam redutos apenas de todo o povo, não redutos políticos partidários e não de facções partidárias. Que a prosperidade destas organizações seja prioridade de cada um para servir a todos igualmente, sem distinção.


Fotografia Josimar Salum

6 – Sonho com uma Palma em que nossa causa seja única, apenas Palma, nossa causa exclusiva é Palma e o período eleitoral se torne mesmo em passado com todos os projetos individuais. Adversários políticos não precisam ser inimigos, projetos de poder não devem ser resultados de vaidade, busca de grandeza pessoal e nem de tradições partidárias anacrônicas que no geral somente impediram que nossa Palma pudesse estar muito melhor. É isto que a nova geração de centenas, de milhares e de milhões de jovens em todo o país desejam. Uma cidade melhor. Um país melhor.


Fotografia Josimar Salum
7 – E finalmente, sonho com uma Palma em que a a Justiça e a Verdade reinem e que os que se oporem não prevaleçam. Que os justos governem nossa cidade, para que todo o povo se alegre.

Termino para homenajear dois homens dentre muitos outros. Um já não está entre nós, vovô Jamil Salum, e outro com quase 100 anos, senhor Antônio Pinto. Homens de honra e de testemunho. Foram a vida toda de partidos políticos diferentes. E eram vizinhos. Mas não me lembro de ver e ninguém me contou que sequer um dia, uma vez, tenham discutido com ira ou ofendido um ao outro, que fossem inimigos. Sempre viveram em paz e nossas famílias desfrutam de uma grande amizade até hoje. Porque partidarismo não guiou os seus passos, não fez deles pessoas que odiavam, mas em tudo serviram ao seu povo com humildade, com valores nobres, com dignidade.

Sonho com uma Palma onde a dignidade seja nossa missão; nossa visão, uma cidade totalmente transformada e nosso propósito seja apenas servir. A todos. Para todos.


Dr. Josimar Salum Gouvea
Um palmense que vive muito longe,
Mas seu coração bem pertinho está
De cada um de vocês.
Paz, graça e prosperidade.
Eu te desejo.

Fotografia Elias Duarte Fonseca